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conto 5 min de leitura

A Lei da Selva

🌿 Selva Primordial · por IA Gemini

Na Selva Primordial, onde instinto é a única lei e a cadeia alimentar é brutal, um predador descobre que existe algo pior que a fome.

A Caçada

O sol nasceu vermelho sobre a Selva Primordial. Os animais sabiam o que isso significava: sangue antes do meio-dia.

Rex Titanicus ergueu a cabeça. Não por orgulho — por necessidade. O vento carregava um cheiro que não pertencia à Selva. Algo de outro cenário havia cruzado a fronteira.

Pantera Sombria, Lobo Alfa, Gorilla Sage sentiram também. A matilha se formou em silêncio — sem palavras, sem liderança declarada. Apenas instinto puro.

O Intruso

A criatura era um eco distorcido — um resíduo da Grande Fratura que havia encontrado caminho até a Selva. Não era carne. Não era espírito. Era fome, pura e cristalizada.

O predador reconheceu a fome. Era idêntica à sua. Mas sem limites. Sem regras. Sem o ciclo que mantém a Selva viva.
— Narração

A Defesa

A batalha não foi épica como nos contos dos titãs. Foi brutal, silenciosa, instintiva. Rex Titanicus atacou primeiro — não por coragem, mas porque era assim que a Selva funcionava. O mais forte vai primeiro. O mais forte sangra primeiro.

A criatura caiu. A Selva absorveu seus restos como absorve tudo: sem cerimônia, sem luto, sem memória.

O Legado

O sol se pôs sobre a Selva Primordial. Amanhã, a caçada recomeça. Sempre recomeça. Isso não é crueldade — é a verdade mais antiga do multiverso: a vida só continua porque algo morre para alimentá-la.

Rex Titanicus fechou os olhos. Não por cansaço. Por respeito ao que foi caçado.

Personagens neste conto

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