Crônicas de Cyberpunk 2199
No coração de Cyberpunk 2199, onde cada dia é uma prova de sobrevivência, Neura enfrenta uma verdade que pode mudar tudo.
O Começo
Ninguém sabe exatamente quando Cyberpunk 2199 surgiu. Alguns dizem que foi um dos primeiros ecos de A Voz — uma das dez histórias fundamentais que o multiverso contou para si mesmo antes de perceber que estava contando.
Neura estava lá desde o princípio. Ou pelo menos é o que todos acreditam. A Mente Conectada — o título que carrega não foi dado. Foi conquistado, rodada por rodada, cicatriz por cicatriz.
"Eu não governei este lugar. Eu sobrevivi a ele. É diferente."
— Neura
Os Guardiões
Ao lado de Neura, Pixel e Sgt. Firmware e Mecha-Zero formam a espinha dorsal de Cyberpunk 2199. Cada um com sua história, cada um com suas cicatrizes.
Juntos, mantêm o equilíbrio de um cenário que, deixado à própria sorte, se consumiria. Porque o poder de Cyberpunk 2199 é tanto seu maior dom quanto sua maior maldição.
A Ameaça
Mas algo mudou. Nos últimos ciclos, fendas apareceram nas bordas do cenário — fissuras por onde a Dimensão Zero escorre como tinta negra em papel branco. O Nada está crescendo. E Cyberpunk 2199 está no caminho.
"Quando o vazio bate à porta, você não tem a opção de não atender."
— Pixel
O Legado
A batalha contra o vazio não tem data para acabar. Mas Neura e seus aliados fazem o que sempre fizeram: lutam. Não porque vão vencer com certeza — mas porque não lutar significaria aceitar que a história de Cyberpunk 2199 acabou. E enquanto houver alguém para contá-la, ela continua.