Crônicas de Metrópole Sombria
No coração de Metrópole Sombria, onde cada dia é uma prova de sobrevivência, Noctus enfrenta uma verdade que pode mudar tudo.
O Começo
Ninguém sabe exatamente quando Metrópole Sombria surgiu. Alguns dizem que foi um dos primeiros ecos de A Voz — uma das dez histórias fundamentais que o multiverso contou para si mesmo antes de perceber que estava contando.
Noctus estava lá desde o princípio. Ou pelo menos é o que todos acreditam. O Vigilante Definitivo — o título que carrega não foi dado. Foi conquistado, rodada por rodada, cicatriz por cicatriz.
"Eu não governei este lugar. Eu sobrevivi a ele. É diferente."
— Noctus
Os Guardiões
Ao lado de Noctus, Gata Lunar e Coringa Carmesim e Detetive Ferro formam a espinha dorsal de Metrópole Sombria. Cada um com sua história, cada um com suas cicatrizes.
Juntos, mantêm o equilíbrio de um cenário que, deixado à própria sorte, se consumiria. Porque o poder de Metrópole Sombria é tanto seu maior dom quanto sua maior maldição.
A Ameaça
Mas algo mudou. Nos últimos ciclos, fendas apareceram nas bordas do cenário — fissuras por onde a Dimensão Zero escorre como tinta negra em papel branco. O Nada está crescendo. E Metrópole Sombria está no caminho.
"Quando o vazio bate à porta, você não tem a opção de não atender."
— Gata Lunar
O Legado
A batalha contra o vazio não tem data para acabar. Mas Noctus e seus aliados fazem o que sempre fizeram: lutam. Não porque vão vencer com certeza — mas porque não lutar significaria aceitar que a história de Metrópole Sombria acabou. E enquanto houver alguém para contá-la, ela continua.