Os Últimos Sinais
Nas fronteiras da Galáxia Perdida, uma transmissão impossível ecoa entre as estrelas mortas. Alguém — ou algo — está chamando.
A Transmissão
Na vastidão gelada da Galáxia Perdida, onde estrelas morrem sem testemunhas e impérios se erguem sobre os ossos de civilizações esquecidas, um sinal cortou o silêncio.
Não era rádio. Não era luz. Era algo mais antigo — um eco do canto de A Voz, vibrando em uma frequência que nenhum instrumento construído por mortais deveria captar. Mas Lorde Estelar captou.
"O universo não faz barulho à toa. Quando ele fala, eu escuto. E quando ele grita..."
— Lorde Estelar
A Expedição
A frota partiu com Yodara e Solo e Xerife Cósmico. Cada nave carregava a bandeira do Império — e o peso de uma pergunta que ninguém ousava fazer em voz alta: O que está no fim do universo?
As estrelas se tornaram mais raras. O vazio entre elas, mais denso. E o sinal ficava mais forte.
O Encontro
No limite do mapa conhecido, encontraram algo impossível: uma Arena. Não a Arena que conheciam — esta era mais antiga, feita de matéria que não existe em nenhum cenário catalogado. E no centro dela, flutuando em silêncio absoluto, havia uma nota musical congelada no espaço.
"É um fragmento de A Voz. Um pedaço do canto original. Não deveria estar aqui. Não deveria existir ainda."
— Yodara
Lorde Estelar estendeu a mão. E o fragmento cantou de volta.
O Legado
A expedição retornou em silêncio. O que encontraram mudou algo em cada um deles — algo que não conseguem explicar, mas que sentem em cada decisão, em cada batalha. A Galáxia Perdida continua perdida. Mas agora eles sabem: não está vazia. Nunca esteve.